terça-feira, 7 de julho de 2015

Frida quem?

Saiba quem foi Frida Kahlo, ativista e artista mexicana.



Essa é a semana de aniversário da Frida, e a Xepa vai ti contar um pouco sobre ela. Para entendermos as pinturas de Frida Kahlo precisamos conhecê-la.

Frida Kahlo foi e ainda é uma das principais referências no mundo da  arte. Além disso, destacou-se na política como ativista na luta pelos  direitos das mulheres, tornando-se um símbolo para feministas, e pelo partido comunista mexicano, mais que isso lutou pela reafirmação da identidade do povo mexicano, coisa que transpareceu na estética: nas cores vivas, vestimentas e penteado.

Texto integralmente retirado do site Uminha


Frida Nasceu em 1907 no México, mas gostava de declarar-se filha da revolução ao dizer que havia nascido em 1910. Sua vida sempre foi  marcada por grandes tragédias; aos seis anos contraiu poliomelite, o que à deixou coxa. Já havia superado essa deficiência quando o ônibus em que passeava chocou-se contra um bonde. Ela sofreu multiplas fraturas e uma barra de ferro atravessou-a entrando pela bacia e saindo pela vagina. Por causa deste último fez várias cirurgias e ficou muito tempo presa em uma cama.
Começou a pintar durante a convalescença, quando a mãe pendurou um espelho em cima de sua cama. Frida sempre pintou a si mesma: "Eu pinto-me porque estou muitas vezes sozinha e porque sou o assunto que conheço melhor". Suas angustias, suas vivências, seus medos e principalmente
seu amor pelo marido Diego Rivera.



A sua vida com o marido sempre foi bastante tumultuada. Diego tinha muitas amantes e Frida não ficava atrás, compensava as traições do marido com amantes de ambos os sexos. A maior dor de Frida foi a impossibilidade de ter filhos (embora tenha engravidado mais de uma vez, assequelas do acidente a impossibilitaram de levar uma gestação até o final), o que ficou claro em muitos dos seus quadros. Os seus quadros refletiam o momento pelo qual passava e, embora fossem bastante "fortes", não eram surrealistas: "Pensaram que eu era surrealista, mas nunca fui. Nunca pintei sonhos, só pintei minha própria realidade". Frida contraiu uma pneumonia e morreu em 1954 de embolia pulmonar, mas no seu diário a última frase causa dúvidas: "Espero alegremente a saída - e espero nunca mais voltar - Frida". Talvez Frida não suportasse mais.

Fique agora com uma entrevista :
Texto integralmente retirado do site Guia do Estudante
(Entrevistador desconhecido)

 Você nasceu em 1907, mas gostava de dizer que era de 1910, ano que marcou o início da Revolução Mexicana. Por quê?

Frida Kahlo – Era uma licença poética, muchacha! Afinal, sempre me identifiquei com os ideais nacionalistas que motivaram a derrubada da ditadura de Porfírio Diaz. Eu era adolescente quando a revolução terminou, em 1917, com um saldo de mais de 1 milhão de mortos. Venustiano Carranza subiu ao poder e adotou um nacionalismo, veja só, que fazia concessões a empresas americanas. Só alguns anos depois entendi que o movimento não foi bem-sucedido politicamente, mas favoreceu uma efervescência cultural que celebrava o retorno às nossas origens indígenas.

Foi por isso que você passou a usar saias longas e coloridas, blusas com bordados, coques e fitas?
Minhas roupas são uma extensão de minha manifestação artística. Comecei a usar esse estilo depois que me casei com o Diego, em 1929. Ele levava muito a sério o compromisso de pintar, em seus murais, temáticas sociais e históricas, usando elementos da arte popular mexicana. Resolvi fazer isso também. Não só em meus quadros daquela época, mas em meu jeito de vestir. Às vezes, usava uma espécie de blusão, com uma trança na frente, que no México chamamos “huipil yalalteco”. Em outras, colocava roupas de “tehuana”, com anáguas e bordados, símbolo da mulher forte. O Diego adorava! Mas quando minha auto-estima ia para o chão – por causa dele, lógico –, ou quando eu simplesmente queria provocar, vestia trajes masculinos.

Sua relação com Diego Rivera não foi das mais tranqüilas, não é?

(Frida solta um longo suspiro) Não, pelo contrário: foi uma turbulência! Casamos, nos divorciamos e voltamos a casar. Tive vários relacionamentos extraconjugais, inclusive com mulheres, mas ele – e só ele – foi o grande amor da minha vida. Diego me dizia o mesmo, apesar de suas incontáveis puladas de cerca. Acredita que até com minha irmã Cristina ele teve um caso? Hombre, como chorei no dia em que descobri. Eu costumava dizer que sofri dois acidentes na vida: um foi no ônibus e o outro, Diego. Porém, ele era minha seiva, minha inspiração, meu grande companheiro. Graças a ele, me sentia a mulher mais especial do mundo.

Como foi a experiência de morar nos Estados Unidos?

Diego recebeu vários convites para pintar murais ou expor trabalhos por lá. Por isso, moramos um tempo em São Francisco, mas também estivemos algumas vezes em Detroit e Nova York, entre outras cidades. Fiquei impressionada com o estilo de vida americano, fincado no progresso industrial, na falta de valores humanos e na ausência de tradições. Eu me perguntava: esse país não tem história? Cheguei a pintar alguns quadros com essa indagação. Tudo tão frio e artificial... Às vezes, me sentia num galinheiro sujo e incômodo. Acho que peguei pesado, não? Pode cortar essa frase, se seu editor achar que é demais.

E o episódio do Rockefeller Center, em Manhattan?

Pois é, o Diego tanto teimou em pôr um retrato do Lênin no mural que acabou sendo despedido! Veja bem: Lênin num elegante edifício capitalista! Devo confessar que adorei a irresponsabilidade dele... Éramos comunistas, por que negar isso?

O que os ideais do comunismo significavam para você?

Uma crença profunda e um amparo nos momentos de desilusão. Eu era completamente devotada ao movimento revolucionário. Jovem ainda, me filiei ao Partido Comunista Mexicano. Nem sempre estive próxima da militância, mas jamais deixei de acreditar num mundo sem classes, com justiça social. Lênin, Stálin, Mao... todos esses foram meus ídolos.

E Trótski?

Chica, essa história já deu o que falar. Eu e Diego conseguimos permissão para abrigar Trótski e a mulher durante o asilo político dele no México, em 1937. Nós dois passávamos boa parte do dia conversando sobre política e arte. Surgiu, então, uma admiração mútua. Como eu estava separada de Diego, deixei rolar... E rolou. Foi só um affair. Trótski era muito carinhoso, mas do jeito dele: russo demais e latino de menos, entende?

Se pudesse, você mudaria algo em sua vida? Faria algo diferente?

Nada. É claro que preferiria não ter sofrido o acidente, mas isso estava além do meu controle. Também queria muito ter sido mãe, mas não consegui. De qualquer modo, vivi o suficiente. É como eu disse na última linha do meu diário: “Aguardo alegre a saída e espero não voltar jamais”.
*Maria Fernanda Vomero é editora de cinema da revista Bravo. É fã de Frida Kahlo e de seus auto-retratos, que, segundo ela, expressam a alma feminina de modo universal. Quando esteve no México, no ano passado, fez questão de ir ao museu sobre a pintora. Em São Paulo, quando não está vendo filmes, até arrisca umas pinceladas.


Referências



terça-feira, 30 de junho de 2015

Como denunciar casos de Racismo


A Xepa considera importante exercitar a cidadania e lutar contra o racismo, por isso disponibiliza um manual de como denunciar Racismo.

O que é racismo?
O racismo é a discriminação social que tem por base um conjunto de julgamentos pré-concebidos que avaliam as pessoas de acordo com suas características físicas, em especial a cor da pele.
Baseada na preconceituosa ideia de superioridade de certas etnias, tal forma de segregação está impregnada na sociedade brasileira e acontece nas mais diversas situações.
A discriminação racista é considerada crime pela Constituição Federal, no art 5º, inciso XLII, regulamentado pela  Lei nº 12.288, de 20 de julho de 2010, conhecida como Estatuto da Igualdade racial,  que apresenta diversas formas de punição para estes casos. Posto que o crime representa o ódio ou aversão a todo um grupo, o racismo é um delito de ordem coletiva, que ataca não somente a vítima, mas todo o ideal de dignidade humana. 
O racismo pode estar presente em qualquer tipo de ambiente: no trabalho, na rua ou até mesmo em meio a pessoas próximas. Por isso, torna-se importante salientar que todas as formas de ocorrência do preconceito devem ser notificadas, sejam elas nítidas ou discretas. Além de ser um direito, é dever de todo cidadão denunciar esse tipo de ocorrência. Através da denúncia protege-se não apenas uma vítima, mas todo um grupo que futuramente poderia ser atacado

Injúria Racial X Racismo

A Injúria Racial, está prevista no artigo 140, § 3º do Código Penal, se caracterizando como qualquer tipo de ofensa discriminatória onde o alvo, ou a vítima no caso, é uma pessoa ou grupo determinado de pessoas.
Já o Racismo está previsto do artigo 20 da Lei nº 7.716/89 e diferente da injúria racial, só ocorre quando as ofensas atingirem toda uma “raça”, etnia, religião ou origem, onde não há como determinar o número de vítimas ofendidas.
Por exemplo: Não permitir a entrada de negros em determinado estabelecimento, deixar de vender algum produto só para os Judeus, não empregar indígenas numa empresa, etc. Outra diferença está na pena, o crime de racismo também está previsto na Constituição Federal, onde está determinado que a prática desse crime é inafiançável, já na injúria racial, é possível o réu pagar fiança e responder o crime em liberdade.

O racismo é praticado quando:
  1. o acesso ao emprego, ou à valorização profissional, é negado por causa da cor da pele e/ou origem;
  2. há impedimento ou recusa à entrada de pessoas em restaurantes, hotéis, bares, clubes, casas de diversões, salões de beleza, bem como às entradas sociais de edifícios, elevadores e transportes públicos, por causa da cor da pele e/ou origem;
  3. há prática, indução ou incentivo à discriminação e ao preconceito por causa da cor da pele e/ou origem;
  4. há recusa ou impedimento à frequência de alunos em escolas, cursos ou universidades por causa da cor da pele e/ou origem;
  5. há tentativa de impedir ou dificultar o casamento ou a convivência familiar e social em virtude da cor da pele e/ou origem.
A pena é perda do cargo ou função pública, para o servidor público, além de 1 a 5 anos de reclusão para civis e a suspensão do funcionamento do estabelecimento particular por prazo não superior a três meses.
Denuncie
·         Por telefone
Ligue Polícia 190, relate o acontecido e aguarde a presença de policiais, caso seja em flagrante, para a averiguação da situação e cumprimento da lei.
Ligue Direitos humanos 100, fale sobre a violação aos direitos humanos, será encaminhado à Ouvidoria da Igualdade Racial que vai apurar a denúncia e siga as instruções dos agentes especializados no assunto.
          · Pessoalmente
Anote o endereço e telefone das pessoas que testemunharam o fato;
Vá até a delegacia, basta fazer um boletim de ocorrências em qualquer delegacia e acionar o ministério publico;
                · Pela internet
Polícia Federal
Acesse o site da Polícia Federal, http://www.dpf.gov.br/servicos,  localize no canto inferior esquerdo o link serviços, clique e depois se dirija ao link “Fale Conosco”, no tópico 4 existe “denúncias”, abra e siga as instruções.
Humaniza Redes
Pacto de Denúncia


Além do Disque 100, o canal já conhecido para denunciar violação de Direitos Humanos, a SDH lança agora, com a iniciativa do Humaniza Redes, sua Ouvidoria Online, como mais um serviço de atendimento à população. Esse canal, firmado em parceria com entidades provedoras de aplicações e aplicativos, vai mapear e apurar denúncias ocorridas online, que serão encaminhadas à Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos, à Ouvidoria da Igualdade Racial e à Ouvidoria da Mulher, dependendo de cada caso, e com especial atenção à proteção de crianças e adolescentes.

De acordo com o art. 5º do Decreto nº 8.162/2013, ao Departamento de Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos compete, entre outras atribuições, receber, examinar e encaminhar denúncias e reclamações sobre violações de Direitos Humanos.
DENUNCIE O RACISMO!



Referências
http://www.guiadedireitos.org/index.php?option=com_content&view=article&id=1037:racismo&catid=231:crimesdeodio


sábado, 13 de junho de 2015

Youtube agora também em 360 graus
















A sua forma de assistir vídeos na internet está prestes a mudar radicalmente. Em janeiro a Google revelou nova atualização no Youtube que permite aos seus usuários assistir e inserir vídeos com conteúdo em 360 graus. Para que não sabe, essa nova tecnologia permite que o público possa apreciar todos os ângulos de visão do momento em que a filmagem foi realizada. Com um simples arrastar do dedo sobre a tela (no caso do celular) ou com um clique e deslize do mouse já é possível participar desse novo cenário interativo.
Essa nova atualização por enquanto é válida somente para o navegador Chrome e aparelhos com o sistema Android, acessando o aplicativo do Youtube, mas em breve dispositivos IOS já poderão usufruir desta tecnologia.
Segundo o YouTube, as câmeras 360cam da Giroptic, IC Real Tech Allie, SP360 da Kodak e Ricoh Theta são as atuais câmeras de vídeo disponíveis para fazer filmagens de vídeo em 360.
A qualidade suportada por esses tipos de vídeos ainda é baixa, muito inferior aos vídeos convencionais presentes, pelo fato de ser aproximadamente 4 a 5 vezes mais pesado do que os demais vídeos, mas o Google promete em breve melhorar essa situação.
Por enquanto não estão disponíveis muitos vídeos nesse novo formato, porém já é possível encontrar algumas filmagens turísticas, esportivas, musicais e até mesmo de suspense.


Segue abaixo alguns dos vídeos disponíveis:

https://www.youtube.com/watch?v=NdZ02-Qenso

https://www.youtube.com/watch?v=edcJ_JNeyhg

https://www.youtube.com/watch?v=g6w6xkQeSHg;













domingo, 7 de junho de 2015

A magia da adoção de animais

Você já pensou em comprar algum animalzinho para fazer companhia? Porque não adotar um amiguinho? Existem muitos deles que estão à espera de um lar. Além de ser uma bela companhia para você e sua família, um animal de estimação pode trazer mais alegria e felicidade. A Xepa traz para você dicas sobre como fazer para adotar um animal.
A ideia de ter um animalzinho para cuidar e amar envolve muito mais coisas que podemos imaginar. Eles não são como brinquedos, dão gastos, precisam de carinho, cuidado, amor e respeito até o fim de suas vidas. Por isso, requer que toda a família faça um planejamento e se responsabilize em cuidar daquela vida até o fim, para que não abandonem-os, como acontece frequentemente. Além disso, dependendo da raça, porte e outros fatores, eles são vendidos por preços altíssimos, o que dificulta o acesso das famílias aos animais de estimação.
São situações como essas que fazem com que algumas ONG’s se responsabilizem por recolher esses animais das ruas, cuidar e aí entra o papel da adoção, o seu amiguinho pode estar ali à espera de um lar.
Vale lembrar que quando se adota um animal é responsabilidade do seu novo dono passar segurança e cuidado para o seu bichinho.
Pensando na adoção de animais a Xepa Mexida apresenta a Associação USPA (União Saltense de Proteção aos Animais) existente há mais de vinte anos, que coloca cães e gatos para adoção em uma feira. Lá entrevistamos um dos iniciantes do projeto Álvaro Pacheco.

Xepa Mexida: Quais são os métodos de adoção?
Álvaro Pacheco: Precisa-se de documentos, comprovante de endereço, telefone e a assinatura do futuro dono no nosso termo de responsabilidade e depois de adotado, verificamos se podemos ir à casa da pessoa para conferir como está o animal. Aceitamos devolução, porque às vezes o animal não se acostuma com a casa e tenta fugir por não se acostumar naquele ambiente.

XM: A respeito da devolução, existe um prazo para este feito?
ÁP: Primeiro vemos a situação, se está bem cuidado... A maioria quando devolve está em boas condições, mas que realmente não deu certo e é melhor pegarmos assim do que depois achado na rua, machucado, sujo e até com sarnas.

XM: Normalmente onde são encontrados os animais?
ÁP: A maioria são encontrados abandonados em beira de rios, praças públicas, bueiros, embaixo de pontes e também fazemos um trabalho para as pessoas nas casas, onde elas deixam os animais com a gente por um determinado horário e depois os animais voltam, ou seja, eles não vão até a entidade conosco. Mas quando o caso é muito grave e o dono não quer mais o seu gato ou cachorro, recolhemos os animais para não voltarem às ruas. Fazemos esse trabalho uma vez ao mês, passando em casas para apanhá-los, porque se não ajudarmos, estarão na rua novamente.

XM: Na mesma hora em que a pessoa vem à feira ela já pode levar o seu animalzinho?
ÁP: Sim, na mesma hora tiramos fotos, registramos e temos uma fixa com a foto, na qual, colocamos a cor do pêlo, cor dos olhos, caso a gente ache nas ruas e também verificamos as características para ver se bate com a fixa do animal perdido, por isso anotamos se tem pêlo curto ou se é peludo, se é castrado ou não.
Comecei um trabalho, que quando entrei como vereador, eu já trabalhava com esse projeto e ai, a função de vereador me ajudou a ser mais rápido o meu trabalho, há dez anos, o nosso problema era mães e filhotinhos e focamos bem e nisso, assim, surgiu afeirinha, já no meu segundo mandato, foram mamães e bebês de zero a três anos e no terceiro mandato seriam mamães e filhotinhos de três a dez, então completaríamos o trabalho no qual os animais ficariam na minha chácara, onde teria o canil e o cemitério canino, não seria um luxo, seria para a nossa cidade, para a saúde pública, porque esses animais não seriam jogados em containers, no mato, no chão, que jogamos doentes em qualquer lugar poderiam aumentar a contaminação na cidade, então o cemitério canino é importantíssimo para nós, para ter um espaço para esse animal e para saber que o seu animal de 15 anos não está em containers ou em lixões, então o projeto do terceiro mandato era para continuar o trabalho, ampliar um pouco mais, ser mais específico.

XM: Quais são os dias e os horários da feirinha?
ÁP: A feira funciona de Sábado, domingo e feriados e encontra- se no Posto Br, Rua Nove de Julho, Salto – SP, no horário de verão das 8h00 as 12h00, no inverno das 10h00 as 14h00 e também na Praça XV de Novembro, Rua Tiradentes, Vila Teixeira, Salto- SP no verão das 14h00 as 20h00 e no inverno das 15h00 as 18h00.




OBS: AS DUAS ÚLTIMAS IMAGENS MOSTRADAS SÃO DE ANIMAIS QUE ESTÃO PARA ADOÇÃO NA FEIRA!!!

Vale lembrar que a USPA aceita doações como remédios, rações e roupinhas para os animais e qualquer ajuda deste tipo é sempre bem vinda. 



Há dois meses Tom e Maria Eugênia foram adotados na associação USPA.

Fonte:








       

segunda-feira, 4 de maio de 2015

Como denunciar casos de Violência contra a Mulher

A Xepa considera importante exercitar a cidadania e lutar contra a violência contra a mulher, por isso disponibiliza um manual de como denunciar Violência Doméstica e Sexual contra a mulher.

Informações integralmente retiradas do site Compromisso e Atitude

Central de Atendimento à Mulher

Após nove anos de funcionamento e com mais de 4 milhões de atendimentos acumulados desde sua criação, a Central de Atendimento à Mulher, o Ligue 180, é cada vez mais acessada pelas brasileiras, cobrindo atualmente cerca de 70% dos municípios do País. Segundo o balanço anual de 2014, divulgado em março deste ano pela SPM-PR, a Central realizou 485.105 atendimentos, uma média 1.348 por dia.
Com a ampliação do serviço para disque-denúncia em março do ano passado, a Central passou a acumular as funções de acolhimento e orientação à mulher em situação de violência com o encaminhamento de denúncias aos órgãos competentes pela investigação de cada caso.
Para Aparecida Gonçalves, os dados indicam efetividade das campanhas nacionais de divulgação do Ligue 180, como a veiculada em 2014, com o mote “Violência contra as mulheres – eu ligo”, e o lançamento do aplicativo para celulares Clique 180.  Além disso, o Ministério tem incentivado Estados e municípios a divulgarem amplamente a Central.


Do total de 485.105 atendimentos, 52.957 corresponderam a relatos de violência e mais da metade declarou que houve violência física: 27.369  (51,68%).
Em 2014, a SPM-PR entregou 54 unidades móveis a Estados e municípios – ônibus especialmente adaptados que levam serviços especializados da rede de atendimento às mulheres em situação de violência no campo e nas regiões de floresta. As ribeirinhas são atendidas via barco. Esses serviços incluem prevenção, assistência, apuração, investigação e enquadramento legal. As unidades também têm função educativa, com a promoção de palestras e esclarecimentos sobre a Lei Maria da Penha e sua aplicação.

Ligue 180

Trata-se de um serviço de utilidade pública de emergência, de abrangência nacional, que pode ser acessado pelo número 180, gratuitamente, 24 horas por dia, de qualquer terminal telefônico – móvel ou fixo, particular ou público – todos os dias da semana, inclusive domingos e feriados.
As atendentes do Ligue 180 são capacitadas em questões de gênero, legislação, políticas públicas para as mulheres, informações sobre o enfrentamento à violência contra a mulher e, principalmente, na forma de acolher as cidadãs e orientá-las nos procedimentos a serem adotados na busca do serviço adequado a cada caso.
Os atendimentos registrados pela Central distribuem-se entre pedidos de informações, reclamações, sugestões, elogios e relatos de situações de violência, que podem ser classificadas como: física, moral, patrimonial, psicológica e sexual; e ainda denúncias de tráfico de mulheres e cárcere privado.
Quando classificado como cárcere privado e tráfico de mulheres, o atendimento é automaticamente encaminhado via correio eletrônico para a Ouvidoria da SPM-PR, que analisa se há todos os dados necessários para que o caso seja remetido para a Polícia Federal, que se encarregará de dar continuidade aos procedimentos.
O sistema informatizado da Central coleta os dados cadastrais das mulheres que procuram o serviço – faixa etária, escolaridade, estado civil, cor/ raça – e registra de forma detalhada e padronizada todos os atendimentos prestados, o que possibilita a construção de indicadores sobre violência de gênero em todo o Brasil.
Clique 180

Além do acesso à central da SPM, que recebe denúncias e fornece orientações, o Clique 180 contém informações sobre os tipos de violência contra as mulheres, dados de localização dos serviços da Rede de Atendimento e sugestões de rota física para chegar até eles. Integram ainda o aplicativo conteúdos como a Lei Maria da Penha e uma ferramenta colaborativa para mapear os locais das cidades que oferecem risco às mulheres.
O aplicativo será permanente e está disponível para os sistemas IOS do Iphone e Android dos demais smartphones. Pode ser baixado na Apple Store ou na Google Play. Para tanto, basta digitar Clique 180 e seguir os passos de instalação.
A Xepa baixou o Aplicativo e aprovou, ele é completo e super discreto. A página inicial é um aplicativo de frases, em que é apresentada a frase do dia, a página só muda para o clique 180, com as informações relacionadas á violência contra a mulher, se o celular for chacoalhado uma vez, se for chacoalhado novamente ele retorna para página de frases do dia.






Divulgue !
Fontes:
http://www.compromissoeatitude.org.br/ligue-180-quase-20-mil-denuncias-encaminhadas-em-2014/  

Vídeo publicitário

sábado, 2 de maio de 2015

A nova geração da MPB


Pouco divulgada nos grandes veículos midiáticos, é raro se deparar com algum novo nome da MPB nas rádios populares brasileiras. Mas a MPB não morreu, longe disso. Com a popularização da nossa amada, salve e salve internet, está a alcance de todos, vários trabalhos de artistas independentes que deixariam Elis Regina e Gonzaguinha felizes por essa nova geração, que ao renovar o jeito de fazer música mantém a essência e beleza da nacional música.


Então, a Xepa montou uma playlist básica pra você conhecer (ou ouvir novamente) alguns nomes dessa nova safra, que enche de orgulho e leva a música nacional a progresso.

A Xepa também recomenda o site da Musicoteca, portal que divulga os novos nomes da música nacional e que também está no Facebook.



BÁRBARA EUGÊNIA
Com melodias suaves, as canções de Bárbara mesclam a vanguarda rock n’roll e brega com letras líricas. A cantora tem versões das clássicas “Por que Brigamos?” e “Sua Estupidez” que merecem ser ouvidas.
FILIPE CATTO
Proprietário de uma voz poderosa, Filipe Catto é dito como “o novo Ney Matogrosso”. Com um repertório profundo, Catto nos traz uma interpretação intensa de cada uma de suas músicas.
GURI ASSIS BRASIL
Guri teve seu primeiro disco lançado em 2013 o “Quando Calou-se a Multidão”. Vindo de bandas como a Pública e Império da Lã, Guri nos presenteia com um disco poético e harmonioso, com canções intimistas.

JUÇARA MARÇAL
A múltipla talentosa Juçara Marçal, professora, vinda de diversas bandas,  se destacou com seu primeiro álbum solo, “Encarnado” do ano passado. O disco foi alvo de excelente críticas especializadas, sendo reconhecido como o melhor do ano. As canções do disco apresentam profunda critica social e sonoridade única.


LEÓ FRESSATO
Léo Fressato é o compositor de “Oração”, sucesso de A Banda Mais Bonita da Cidade que viralizou no YouTube em 2011. Com composições que destrincham os sentimentos humanos mais contidos, Léo nos convida a uma emoção a cada verso.


MARCELO JENECI
Jeneci faz poesia em música; com um repertório dos mais belos e doloridos sentimentos. Ao lado de Laura Lavieri e sua sanfona, cada música de Jeneci se guarda num lugar inesquecível.





MONIQUE KESSOUS
Monique tem composições intensas e românticas fáceis de se identificar.  A semelhança com a voz de Marisa Monte somada ao frescor dos arranjos e a interpretação da cantora, fazem de Monique Kessous um dos grandes nomes dessa nova geração.


RUBEL
Rubel Brisolla, recente no cenário musical, nos apresenta arranjos simples e sofisticados casados com letras afáveis.




SAULO DUARTE E A UNIDADE
A banda possui fortes influências da cultura das regiões Nordeste, e principalmente Norte do país. Remetendo a sonoridade das músicas das décadas de setenta, porém, feita de forma singular, Saulo Duarte e a Unidade resgata o bom e velho romantismo sem cair na pieguice.






TIÊ
Seu mais novo álbum “Esmeraldas” de 2014 apresenta um turbilhão de sentimentos. Canções de dor e amor em batidas de instrumentos múltiplos contrasta com a voz suave da cantora. Tiê se consolida com uma das compositoras mais poderosas e sentimentais da sua geração.